Enrolei 2 dias pra ver o filme. Era pra ter devolvido na quarta e só hoje, na madrugada de quinta pra sexta, que eu resolvi assistir. Já tinha visto o trailer e gostado bastante, então realmente não sei porque não quis assistir anteontem e ontem. Enfim..
A história é uma biografia de Vincent Papale, torcedor do Philadelphia Eagles que com 30 anos, e sem nada a perder, participou de um ‘peneirão’ pra ser jogador do time de futebol americano.
O filme é altos emocionante, eu digo. Além da questão do cara correr atrás do sonho e tals, ainda rola um sentimento de amizade muito forte com os brothers dele. É foda. Eu sempre me emociono vendo filmes que falam de amizade. Ainda mais quando é história real e tals. Hoje mesmo quase chorei, cara. Mas deve ser porque eu to num dia emo também. Hahaha. Foi assim também com Habana Blues, filme que tá no meu TOP 10 e que eu devo relatar aqui em breve.
A parada é que eu sempre me coloco dentro do filme, saca? Eu não consigo ver um filme e não me colocar no lugar de cada personagem. Talvez por isso eu goste tanto de tantos filmes.
E é inevitável deixar de fazer uma comparação entre o Eagles e o meu GALO. Na época do filme (anos 70) o Eagles, que sempre teve tradição, só se fode. Perde altas partidas, mas a torcida, apaixonadassa, não pára de comparecer ao estádio e não deixa de amar o time. E eu sei que ainda vou ver meu GALO campeão brasileiro! E estarei no Mineirão nesse dia.
Paixão por um time é uma coisa inexplicável, né? Você troca de mulher, de emprego, de religião, de partido político (tá até na moda), mas não muda de time. E se você mudou, é uma exceção à regra. Até o cara mais durão do mundo, aquele chefe da favela que não teme ninguém, chora de tristeza quando o time é rebaixado ou de alegria quando ele é campeão.
Enfim.. no elenco tem o Mark Wahlberg, que fez Os Infiltrados e o Greg Kinnear, o mesmo do Melhor É Impossível, além da linda Elizabeth Banks.
E a trilha sonora é do grande caralho.
O filme leva meu 9,5.