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19
Out
07

Invencível/Invincible – Drama

Enrolei 2 dias pra ver o filme. Era pra ter devolvido na quarta e só hoje, na madrugada de quinta pra sexta, que eu resolvi assistir.  Já tinha visto o trailer e gostado bastante, então realmente não sei porque não quis assistir anteontem e ontem. Enfim..

A história é uma biografia de Vincent Papale, torcedor do Philadelphia Eagles que com 30 anos, e sem nada a perder, participou de um ‘peneirão’ pra ser jogador do time de futebol americano.

O filme é altos emocionante, eu digo. Além da questão do cara correr atrás do sonho e tals, ainda rola um sentimento de amizade muito forte com os brothers dele. É foda. Eu sempre me emociono vendo filmes que falam de amizade. Ainda mais quando é história real e tals. Hoje mesmo quase chorei, cara. Mas deve ser porque eu to num dia emo também. Hahaha. Foi assim também com Habana Blues, filme que tá no meu TOP 10 e que eu devo relatar aqui em breve.

A parada é que eu sempre me coloco dentro do filme, saca? Eu não consigo ver um filme e não me colocar no lugar de cada personagem. Talvez por isso eu goste tanto de tantos filmes.

E é inevitável deixar de fazer uma comparação entre o Eagles e o meu GALO. Na época do filme (anos 70) o Eagles, que sempre teve tradição, só se fode. Perde altas partidas, mas a torcida, apaixonadassa, não pára de comparecer ao estádio e não deixa de amar o time. E eu sei que ainda vou ver meu GALO campeão brasileiro! E estarei no Mineirão nesse dia.

Paixão por um time é uma coisa inexplicável, né? Você troca de mulher, de emprego, de religião, de partido político (tá até na moda), mas não muda de time. E se você mudou, é uma exceção à regra. Até o cara mais durão do mundo, aquele chefe da favela que não teme ninguém, chora de tristeza quando o time é rebaixado ou de alegria quando ele é campeão.

Enfim.. no elenco tem o Mark Wahlberg, que fez Os Infiltrados e o Greg Kinnear, o mesmo do Melhor É Impossível, além da linda Elizabeth Banks.

E a trilha sonora é do grande caralho.

O filme leva meu 9,5.

18
Out
07

Os Mensageiros/The Messengers – Terror

Nunca fui muito fã de filmes de terror. A maioria deles é igual, mudando só o tipo do ‘monstro’, por assim dizer. Mas a história nunca muda. Rafael me liga na terça chamando pra ir assistir. Não tinha aula, não tinha mais o que fazer, fui.

Não tem muito o que falar do filme. É uma família que sai de Chicago pra ir morar numa casa abandonada no meio do mato. A casa é mal-assombrada. A família começa a se assustar e no fim tudo se explica. Basicão.

Vale a pena pagar 4 pila pelos sustos. Rola uns sustos massa assim, pra ativar a adrenalina. Mas só. Pelo filme em si, não vale.

A guria que faz o filme é a mesma que fez a filha da Jodie Foster no Quarto do Pânico. Ela cresceu. Tá um pitelzinho. Hmmm!

No fim, merece um 6,5.

P.S.: Porque chamam as casas com fantasmas de mal-assombradas? Seriam os fantasmas uns incompetentes? Se eles fossem realmente assustadores teriam que chamar a casa de bem-assombrada, né não?

Isso aqui em cima foi retirado de um email-corrente que recebi certa vez.

16
Out
07

Árido Movie – Drama

Primeiramente, outro dia tava conversando com a Renata e o Fernando, e a Rê falou uma coisa muito interessante. Tem muita gente que classifica filme nacional como um gênero, tipo comédia ou terror. “Ah… o filme é nacional? Nem curto.” ou “Que filme tá passando? Ah, é aquele que é nacional, né?”. Seria cômico se não fosse trágico, eu digo. Uma pessoa falar que não gosta de ficção científica, ou comédia pastelão, ou ação, ou romance, tudo bem. Mas, porra, nacional NÃO é gênero de filme, e preconceito é uma merda.

Enfim, vamos ao filme, que é nacional. Vi a primeira cena dele (abaixo) quando tava procurando o trailer do Cheiro do Ralo pra botar nesse digníssimo blog. Do lado tinha lá ‘Bob e o Baseado/Selton Mello’. Resolvi ver, né. Curiosidade e tals. A cena é simplesmente do caralho. Dei uma pesquisadinha rápida ali nos coments do vídeo no youtube mesmo e descobri o nome do filme. Árido Movie. Hoje passei na locadora e aluguei.

Desde o fim do filme eu to procurando uma forma de falar dele. Não to conseguindo achar. O filme é uma obra de arte, literalmente. É aquele filme que te faz ficar pensando, buscando respostas, solucionando pseudo-problemas que ele te propõe.

Vou falar um pouco da história. A cidade chama-se Rocha, é atrasada pra caralho e fica no sertão de Pernambuco. Interiorzão onde tudo é resolvido na ponta da faca. Ou no tresoitão, como queiram. Coronelismo fudido nos tempos atuais. O pai da família manda-chuva (Paulo César Pereio) da cidade é morto por um índio. O filho dele (Guilherme Weber), que foi pra Recife com 5 anos e depois pra São Paulo e que mal conhecia o pai, é chamado pro enterro, mas o que a vó dele quer, na verdade, é que ele vingue a morte do patriarca. Só que o cara é playboyzão, totalmente fora da realidade do lugar.

Em 2 dias que ele fica na cidade, acontece coisa pra caralho com ele e com os amigos dele que resolvem ir atrás dele pra ver o que que rola. O bonde dos maconheiros, que compõem a parte mais cômica do filme, é formado por Selton Mello, Gustavo Falcão e Mariana Lima. Aliás, maconha é o que mais rola na parada.

Enfim, é aquele negócio que eu falava no Tropa de Elite. Filme brasileiro é do cacete justamente por mostrar coisa que a gente desconhece e que pode estar bem perto. As críticas que rolam nas entrelinhas são fantásticas. Tem diálogos (e monólogos) no filme em que dá vontade de pausar e ficar pensando. Dá vontade de sentar lá com os caras e entrar na conversa. É fenomenal.

Não tenho o intuito de falar de partes técnicas dos filmes, mas é impossível não citar a fotografia desse. Murilo Salles é o nome do cidadão responsável. Merecia um Oscar. Um Globo de Ouro, eu digo.

O filme merece meu 9,5.

E com certeza o Fernando vai curtir pra caralho.

Abaixo a cena que me fez querer assistir o filme:

15
Out
07

Tropa de Elite – Ação

Pô, eu tava aaaaaaaaaltos ansioso pra ver o filme mais comentado do ano no Brasil. E esperava pra caralho dele. E lá fui eu, quinta-feira, 11/10, pré-estréia. Eu, Longa, Léo, Carol, meu pai, Roge e Carol. Todos na maior expectativa. Eu até digo que tudo que rolou até agora, essa parada de pirataria e tals, não passa de marketing. E muito bem feito. E quem concorda comigo é o Fernando, como vocês podem ler nesse texto interessantíssimo dele a respeito disso.

Eu sou um cara que curto pra caralho cinema nacional, principalmente quando relata uma realidade mais pobre e cruel do nosso país e que muita gente ignora, acha que não existe, acha que o cinema tá exagerando e papapa. Contra Todos, Cidade Baixa, Amarelo Manga, Cidade de Deus, Cidade dos Homens… esses são alguns dos que se encaixam no que eu tô querendo dizer. E, agora, Tropa de Elite.

Muita expectativa, muito burburinho em torno do filme. Já tinha visto algumas cenas na TV, na internet. O filme não poderia ser tão bom quanto tava sendo vendido. Mas é! É ainda melhor! É do caralho! É o segundo filme nacional a entrar no meu TOP 10, junto com Cidade de Deus.

Não cabe falar da história do filme aqui, porque todo mundo já sabe, né?! Mostra o treinamento dos policiais do BOPE do Rio e a corrupção daquela polícia de merda lá.

Aí enquanto eu via o filme eu ficava pensando… esses caras da GRT aqui de Joinville que só sabem ficar dando porrada nos playboys nas portas das baladas não aguentariam nem um dia de treinamento no BOPE. Eu acho.

Eu notei uma coisa engraçada, até certo ponto, e preocupante. Quando algum personagem do filme falava um “filho da puta”, o cinema todo ria. Mas quando ouvem um “motherfucker” em um filme gringo, acham a coisa mais normal do mundo. Alguém sabe o porque? Me avisem, porque eu não consigo entender.

O filme é todo feito com câmera na mão, o que deixa ainda mais real as cenas. Eu agora quero ver o outro filme do José Padilha. O Ônibus 174.

E, caralho! O Wagner Moura, pra mim, é o melhor ator brasileiro da atualidade. Ele, o Selton Mello, o Santoro e o Lázaro Ramos botam muuuuuuuuuuuuito ator gringo no chinelo.

O André Ramiro, o negão que fez o Matias, nunca fez nenhum trabalho como ator. Ele trabalhava como porteiro num cinema e apareceu pra fazer o teste. A Fátima Toledo (a mulher que escolhia o elenco) resolveu apostar nele. E que aposta! O cara mandou altos bem também.

Assim como o Léo, dou um 10,00 pro filme. Com louvor!

13
Out
07

Melhor É Impossível/As Good As It Gets – Comédia

Quando fui alugar Dias Incríveis, meu pai foi junto e perguntou se eu já tinha visto um filme em que o Jack Nicholson sofre de Transtorno Obsessivo Compulsivo. Respondi negativamente e ele então sugeriu que levássemos, pois ele queria ver. E assim foi feito. Só que foi uma luta, porque os carinhas da Magic não sabiam qual filme era. Nem a gente. A única informação que nós tinhamos era essa: o Jack, no filme, sofre de TOC. Meia hora e uns 7 filmes depois, acharam.

E é nessas horas que você vê que pais sabem das coisas, né? O filme é foda!

Indo à história, o Jack Nicholson é um escritor rabugento pra cacete e que tem como hábito maltratar, com palavras, pessoas que vivem ao seu redor. É assim com o Greg Kinnear, que faz o seu vizinho gay, e com a Helen Hunt, que faz a atendente da lanchonete que ele vai todo dia. É um sujeito cheio de manias chatas e irritantes. Eu fui acompanhando o filme e percebendo o quanto meu pai parece com ele nessas coisas. Talvez por isso ele queria ver. Um sinal divino. Hahaha. Ele não chega a ser tão exagerado como o personagem do filme, mas tá perto. E foi bom que ao decorrer do filme eu fui falando pra ele: “ó, pai. Tá vendo? Cê tá igual.” Até sugeri comprarmos um cachorrinho, já que, no filme, o Sr. Udall (Nicholson) começa a mudar e se socializar mais depois que é obrigado a ficar com o cachorro do vizinho gay, que leva um pau (no bom sentido) de uns ladrões.

Mas, enfim… ele abomina a idéia de um cachorro. Talvez eu ainda o convença um dia. ;)

Tipo, a comédia do filme é muito boa. Não é forçada, saca? É a comédia da forma mais sarcástica e inteligente possível. Como eu já disse, não sou muito de rir em filmes, mas confesso que nesse dei algumas boas gargalhadas.

Além da comédia, como não poderia de ser também, rola romance. É óbvio. Sério, ainda quero ver um filme sem um pinguinho de romance. Tipo, já vi alguns em que ele fica em 10º plano, mas tá lá. E agora não lembro de nenhum também. Isso me faz chegar à conclusão de que não existe vida sem amor. Meio óbvio isso também, néan? :D

O filme foi indicado ao Oscar e ganhou o Globo de Ouro de Melhor Filme de Comédia. O Jack Nicholson e a Helen Hunt ganharam o Oscar de melhor ator e atriz por esse filme.

Leva um 9,0, eu digo.

11
Out
07

A Sangue Frio/The Ice Harvest – Policial

Diazinho ruim, essa quarta-feira.

Eu, pobre, miserável e desempregado que sou, novamente tive que apelar pro Telecine pra ver algum filme. Não que isso seja ruim, mas tô afim de escolher os filmes que eu vou ver, e não os filmes me escolherem.

De certa forma isso é bom, porque eu acabo vendo filmes que eu nunca alugaria. Extreme Days, por exemplo, eu nunca alugaria na vida, e foi uma grata surpresa. Mas esse A Sangue Frio, um sujeito pelo menos um pouco persuasivo me convenceria a pegar, pelo fato de ter no elenco feras como John Cusack e Billy Bob Thornton.

E lá fui eu pegar meu edredon, me jogar no sofá e começar a ver. O filme é bom. Massa mesmo. Os dois ali de cima armam um golpe pra cima do fodão da cidade, mas não podem fugir pelo fato de ter rolado uma nevasca. E era véspera de Natal. A data, não a cidade (haha).

E pela noite vááárias coisas vão acontecendo. Tiros, mortes, situações engraçadas e dramáticas. Um ponto positivo do filme é que o diretor, Harold Ramis, soube usar, na dose certa, comédia, drama e policial.

Depois de uma bostinha de dia que nem hoje, valeu a pena ficar acordado até agora (04:50) pra vê-lo.

Vai levar um 8,0. :)

10
Out
07

Alpha Dog – Drama

Foi, com certeza, um dos melhores filmes que vi esse ano. Eu tava em BH em julho, e tava passando no cinema lá. Li a sinopse e fiquei afim de ver, mas a preguiça foi mais forte e eu acabei nem indo. Voltei pra Joinville, esperei um pouco e logo saiu em DVD. Aluguei com boas expectativas e chamei meu pai pra ver.

A história é real, e fala sobre o mais jovem bandido a estar na lista dos 10 mais procurados pelo FBI, ficando atrás apenas do Bin Laden. Só que tipo, o filme não conta o cara fugindo da polícia e tals, e sim o que ele fez pra entrar na mira deles. Algumas coisas são mudadas na história do filme por determinação da justiça, porque o caso ainda está aberto.

O começo é massa, o meio é tesão e o final agoniante pra caralho. E eu repito o que já disse em posts anteriores: o fato de assistir um filme sabendo que ele é baseado em fatos reais, o torna bem mais interessante.

A atuação dos atores também é fenomenal. E tipo, não são os atores mais fodas de Hollywood, teoricamente. Os dois fodões que participam do filme é o Bruce Willis e a Sharon Stone, mas eles se resumem a meros coadjuvantes. Se bem que tem uma cena que eu achei a mais bem interpretada da história do cinema, sem exageros, e que é protagonizada pela Sharon Stone.

Quem faz o procurado é o Emile Hirsch, o que pega a Elisha Cuthbert em Show de Vizinha; E o seu comparsa é o Justin Timberlake. Os dois mandam bem pra caralho, mas quem destrói mesmo é o Ben Foster, o cara que fez o Anjo no X-Men 3. Putzgrila, que atuação foda, cara. Tipo.. o que deu mais brilho ainda ao filme foram as atuações, eu digo.

E a trilha sonora também é do grande caralho!

Enfim, é um filme que vale MUITO a pena ver.

E vale muito um 9,5.

09
Out
07

Dias Incríveis/Old School – Comédia

Não, esse não acordei às 6 pra assistir. Esse eu aluguei, graças à indicação do Teixe. Ele é um fã declarado de comédia, e falou muito bem dessa. Não ia ignorar tal sugestão, né?!

Vendo o filme eu percebi que já tinha visto uns pedaços aleatórios em lugares aleatórios.

O filme começa com o Luke Wilson pegando a namorada dele no pulo, ao voltar mais cedo pra casa. A partir daí ele resolve mudar de casa, e vai morar dentro de um campus universitário. Seus dois amigos, o Will Ferrel e o Vince Vaughn, resolvem dar uma festa do caralho de inauguração da casa e ficam famosos dentro da universidade. A partir daí resolvem fundar uma confraria, só que nenhum deles é estudante da faculdade, o que fode com os planos deles.

Assim como acontece com A Arte do Amor, o filme é massa, engraçado, mas nada de fantástico. Vale pelos atores mesmo. Porra, o Will Ferrel é muito foda. É o rei da comédia, eu digo.

E eu deveria ter desconfiado… tinha que ter um ótimo motivo pro Teixe ter gostado tanto do filme. E tem! Elisha Cuthbert, a do Show de Vizinha. E aí, sou obrigado a concordar. Só a presença dela já dá uns 5 pontos pro filme. Hahaha. Porra, vai ser linda assim no inferno.

O filme vale um 8,0, eu digo.

09
Out
07

A Arte do Amor/Everything You Want – Comédia Romântica

De novo. Fui dormir no domingo e acabei acordando 6 horas da manhã na segunda. E não consegui mais pegar no sono. O resto vocês já sabem: Telecine!

Tava começando A Arte do Amor. Logo imaginei que era mais um filminho besta desses. Mas pa, eu até curto filminhos bestas. E já que eu tava ali mesmo…

Não me decepcionei com o filme. E também não foi nada de espetacular. Filme normal, com pontos normais de comédias românticas. 98% deles são assim: a mulher quer o cara e vice-versa, mas sempre tem alguma coisa atrapalhando, que pára de atrapalhar no final do filme. Só que o massa de A Arte do Amor é justamente essa coisa que atrapalha. Não é uma coisa normal, manjadinha.

A parte mais cômica fica por conta do colega de quarto do carinha. Aaaaltos engraçadão mesmo.

Esse filme também não consta no adorocinema.com, e nem no google tá fácil de achar algo sobre ele. Quem faz o casal é a Shiri Appleby, que fez Escrito nas Estrelas e o Nick Zano. E apaixonei pela guria desse também. Hahaha.

Um 7,5 é justo.

08
Out
07

Extreme Days – Comédia

Sábado rolou aquele WE no Léo regado a cervejinhas. Voltei pra casa, vi o começo da corrida, dormi e acordei quando estavam no pódium. Fui pro quarto voltar a dormir e não rolou. O que eu fiz? Voltei pra sala. Mais precisamente pro Telecine.

Quando liguei tava nos créditos iniciais de um filme. E iam passando enquanto um cara ia falando dos seus amigos de infância. Curti de cara já, e fiquei ali mesmo vendo.

Cara, que filme legal! Sei lá. Ele é basicão, assim. Fala de 4 amigos de infância numa viagem pelos EUA, e a cada lugar que eles passam, eles praticam algum tipo de esporte radical. Não que eu seja fã de esportes radicais. Muito pelo contrário. O esporte mais radical que eu pratico é levantamento de copo.

Mas o que me fascinou no filme foi a amizade, saca? Tipo, a sinergia entre os atores. Pareciam que eles eram, realmente, amigos de infância. E, caralho (perdão, Silnei)!, se tem uma coisa que eu mais amo na vida, é viajar com amigos.

Como não poderia deixar de ser, no meio do filme aparece uma guria. Eu nunca vi um filme na vida que não envolva o minimozinho de romance. Mas deixou o filme ainda mais massa. Sério. Tem uma cena, a da colher, que é muito foda, eu digo. Quando forem ver, lembrem-se da cena da colher.

Então, O filme nem consta no adorocinema.com. E pelo que andei pesquisando em Orkut e Google, acho que nem em locadoras tem ele. Mas não custa nada procurar, né não?

Os atores são todos desconhecidos da minha parte. Mas a guria é muito linda. Apaixonei por ela.

E a trilha sonora é tipo trilha sonora de esportes radicais. Não amo, mas não podia ser diferente no filme.

Rola um 8,5 violento.

Juro que procurei altos o trailer, mas não achei.

08
Out
07

Revelação/What Lies Beneath – Suspense

Rafa, após a minha aprovação em O Suspeito da Rua Arlington, me indicou esse Revelação. Rasgou milhares de elogios ao filme e papapá. Resolvi alugar, né.

Junto com a indicação do filme veio a indicação para vê-lo de madrugada, sozinho e com as luzes apagadas. Eu não curto muito ver filme com luz apagada. O sono é uma característica minha no dia-a-dia, e as luzes apagadas acentuam mais ainda isso. Mas enfim. Recomendação dada, recomendação seguida. E lá fui eu assistir.

O filme começa bom, o segredo é revelado no meio dele e o final é uma série de clichês.

A história é massa até, mas poderia ser muito melhor explorada. O filme tenta te confundir da maneira mais tosca do mundo e algumas coisas ficam sem explicação.

O filme prometia grandes sustos, mas nem rolava. É foda quando o susto é previsto já. Eles colocam aquela musiquinha que vai aumentando o tom, até aparecer algo estranho e o personagem dar um grito. Oh! Digo que é mais massa quando sustos aparecem BEM do nada mesmo nos filmes. São mais autênticos.

O elenco é bom altos. Michelle Pfeiffer e Harrison Ford fazem o casal principal. E ainda tem a Amber Valletta, a mesma do Hitch.

Rola um 7,0.

04
Out
07

Licença Pra Casar – License to Wed

Eu tenho uma teoria de que a qualidade do filme depende da expectativa que você tem dele antes de assistir. Um exemplo disso é Norbit, que eu fui ver com a certeza de que seria uma grande bosta. E realmente, o filme é uma bosta. Mas é pequena, saca? Então saí do cinema com uma impressão melhor do filme do que quando entrei. Até achei legalzinho o filme.

Mas a historinha ali de cima serve pra ilustrar  o que aconteceu com Licença Pra Casar. Não tive aula e resolvi ir ao cinema, de novo. Queria ver Hora do Rush 3 ou então Saneamento Básico. Porém, um começou as 7 e 15 e o outro as 7, respectivamente. E isso já era 7 e 25. Olhei os horários e vi que as 7 e meia começaria Licença Pra Casar. Ver ou não ver? Eis a questão. Vi. Não tinha nada pra fazer mesmo… Mas não tava com a mínima empolgação/vontade de ver. Mas menos ainda de voltar pra casa. O trailer não me chamou nem um pouco a atenção. Não me deu o tesão de querer ver. Mas ainda assim fui teimoso e vi. E me surpreendi. O filme é bom. Não é nenhum primor da cena hollywoodiana, mas é bom. Prum filme que eu esperava que fosse um horror, um ‘bom’ é quase um ‘ótimo’, né não? Foram 1 hora e meia bem ocupadas.

É um casal que tá prestes a se casar e antes são obrigados a fazer um curso pra ver se, realmente, estão prontos pra se casarem. Sofre o grande problema de ser manjadinho, mas é engraçado.

O Robin Willians tá no filme. Ele manda altos bem, eu digo. Curto ele. E também tem a Mandy Moore, a guria do Amor Pra Recordar. To apaixonado por ela :/. E o noivo dela no filme é o John Krasinski. No O Amor Não Tira Férias ele faz o Ben. E olha que interessantíssimo: nesse filme o nome dele também é Ben! Minha vida mudou depois de saber disso. A sua também, né? Aham. Sei como é.

Enfim.. merece um 7,5.

04
Out
07

Paranóia – Disturbia

Ontem, como a aula de RCTV é sempre uma matação do cacete, resolvi nem ir e ir ao cinema com o Rafa e a Dani. Fomos ver Paranóia. Pelo trailer já imaginava que o filme era fraco. Ontem só confirmei isso. História manjada, com meio manjado e final mais do que manjado. Só o começo que salva no filme. O carinha é detido em prisão domiciliar por dar um belo murro na cara do professor de espanhol. A partir daí o que segue é uma série de clichês com uma vizinha gata e um vizinho supostamente serial killer.

Rolam agonias normais como em qualquer filme de suspense e sustos forçados, mas que assustam um pouco ainda. Mas nada de ‘oooooohh! que susto!!!!!!!!!’.

Vale mais pelo elenco, que tem o Shia LaBeouf, o gurizão do Transformers; a Carrie-Anne Moss, que fez a Trinity dos Matrix; e o David Morse, que fez 16 Quadras.

Merece um 6,5, no máximo.

04
Out
07

Jumanji

Aaaaaah! Com certeza esse foi meu filme predileto durante grande parte da minha vida. Eu sentia uma mágica quando o assistia na infância. E ontem, eu aqui sem fazer nada, ligo a TV e lá está! Jumanji, na Sessão da Tarde. Foi lindo.

Acho que todo mundo conhece o filme, né. Um moleque acha um jogo mágico, joga e fica preso dentro do jogo durante 26 anos, até outros moleques acharem o jogo e jogarem também. E coisas bizarrissimas vão acontecendo até o jogo acabar. Altos doido.

Aí rola, em segundo plano, a questão do tempo também. Algo meio Efeito Borboleta. Mas beeem em segundo plano. Até em terceiro, eu diria. Hahaha.

Eu fiquei de cara quando eu vi que a guriazinha que faz o filme é a Kirsten Dunst! Altos massa, eu digo. Ainda rola o Robin Willians e a Bonnie Hunt.

Nota 10, com certeza! Hahaha.

03
Out
07

O Suspeito da Rua Arlington – Arlington Road

Caralho!

O filme fala de um cara que perde a mulher enquanto ela tava em serviço pelo FBI. A partir daí ele entra numa paranóia de achar que os vizinhos são terroristas e tals.

A primeira cena desse suspense é aterrorizante. Eu fiquei de boca aberta, confesso. Chocado, eu diria. O que se segue ao longo do filme não é diferente. A história é tensa, agoniante, e durante ela várias dicas são dadas do que vai acontecer no final. Mas eu só percebi isso quando o filme acaba.  A trama é fantástica mesmo. Eu pensei milhares de coisas que poderiam acontecer durante a história. Outra coisa massa são os sustos que rolam. Da pessoa chegar de supetão e tals. E o final é algo totalmente inteligente.

E rolam vááárias críticas ao sistema estadunidense. Outro ponto positivo do filme.

O elenco tem o Tim Robbins que fez Sobre Meninos e Lobos e Guerra dos Mundos, o Jeff Bridges que fez K-Pax, a Joan Cusack que fez Escola de Rock e a Hope Davis, que fez A Prova e O Matador. E, porra!, todos deram um show!

Trilha sonora nem existe. Só aqueles sons de suspense e tals, que tem em todos filmes.

Dou um 9,5 e indico a todo mundo. Hahaha. É muito bom mesmo.

Nem vou colocar aqui porque acho que o trailer conta muito do filme. Estraga uns 40% da surpresa.




 

Novembro 2009
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